As plataformas de infoprodutos vivem de comissões altas que podem consumir muita da receita bruta de uma empresa, travando margens e crescimento. Neste artigo, mostraremos como o empreendedor perde em taxas sem perceber, por que o modelo SaaS com taxa fixa é mais justo, e como empresas como a HubMilhas aumentaram em mais de 25% o lucro líquido ao migrar para a Guru, a plataforma que devolve autonomia e previsibilidade ao produtor digital.


(Fonte: B9.com.br)
No delivery, o embate entre 99Food e iFood expôs ao público um problema antigo: o peso das taxas cobradas pelas plataformas digitais. O “taxômetro” projetado em prédios da Av. Paulista mostrou quanto as taxas drenavam do faturamento dos restaurantes.
No mercado de infoprodutos, a lógica é a mesma. Plataformas que cobram comissão sobre cada venda e têm taxas ocultas podem consumir uma fatia grande da sua receita bruta, corroendo margens e limitando o seu crescimento. Para quem procura uma forma de não pagar comissão, essa comparação é ainda mais relevante.
Imagine: todo mês, uma parte do que você fatura fica na mesa. Dinheiro que deveria estar no caixa da empresa para financiar tráfego, equipe, novos conteúdos ou, melhor ainda, engordar a distribuição de lucros dos sócios.
A boa notícia é que existem alternativas. Antes, vamos entender quanto você perde em taxas em plataformas de infoprodutos, quem fica com cada pedaço da sua venda e o que fazer para proteger a sua margem.
Este guia também reúne as ideias de dois episódios do Guru Talks com André Cruz, CEO e cofundador da Digital Manager Guru: “Quem criou as regras do seu jogo?” (10/09/2026) e “Efeito BTG e o fim do pedágio” (episódio 154, 01/10/2026).
Ao vender por meio de plataformas “só paga se vender”, é importante considerar os descontos que incidem sobre cada transação. Em geral, os custos seguem este padrão:
Quando o produtor assume os juros do parcelamento e opta por antecipar os recebimentos, o desconto total sobre o valor bruto fica ainda maior.
Na prática, isso significa que, ao escolher “pagar só quando vender”, o produtor desperdiça uma parte de cada venda sem perceber, valor que deixa de entrar no caixa do negócio.
Elvis Lion, fundador da HubMilhas, viveu esse dilema. Mesmo faturando alto, via boa parte do lucro evaporar em taxas. O estopim: a cada R$1 milhão que precisava sacar, era obrigado a faturar quase R$1,5 milhão.
Ao migrar para a Guru, a virada foi imediata:
Essa parceria que eu enxergo com o Guru é uma parceria ganha-ganha muito forte, porque eu percebo que eles estão preocupados de fato com o meu resultado e me ajudam em tudo o que eu precisar.
— Elvis Lion, CEO da HubMilhas
O resultado mostrou que, além de vender mais, era preciso parar de perder o que já é seu.
Aceite o desconhecido, principalmente no começo, pois o que você não conhece pode se tornar o seu melhor aliado. Isso garante que você fará as coisas de uma forma diferente de todas as outras pessoas.
— Sara Blakely, fundadora da Spanx
No Guru Talks de 10/09/2026, André Cruz explicou essa dinâmica com um exercício de sala de aula. Um professor distribuiu doces de cores diferentes e pediu aos alunos que negociassem para juntar o maior número de doces da mesma cor. A regra: toda troca passava pela mesa do professor, e cada aluno entregava um doce como taxa. No fim, quem terminou com mais doces foi o professor, que não negociou nem correu risco nenhum. Só controlava a mesa por onde as trocas tinham que passar.
Nos pagamentos digitais acontece algo parecido. Você investe em tráfego, produto, equipe, suporte e tecnologia e assume o risco da operação. Mesmo assim, várias empresas entre o comprador e o vendedor ficam com uma parcela de cada transação:
Com a internet, as APIs e os pagamentos instantâneos, o custo tecnológico de movimentar um valor não cresce na proporção do valor da transação. Por isso, modelos baseados só numa porcentagem sobre o faturamento merecem uma análise cada vez mais cuidadosa.
Olhando uma taxa isolada, 2%, 3% ou 5% parecem pouco. O problema aparece quando você compara essas porcentagens com o lucro líquido, e não com o faturamento. André chamou isso de “matemática da sangria”.
No mesmo episódio, André usou o exemplo de uma operação que fatura R$200 mil por mês com margem líquida de 20%, ou seja, cerca de R$40 mil de lucro. Se os custos de gateway e adquirência ficarem entre 3,5% e 5% do faturamento, de R$7 mil a R$10 mil somem antes de qualquer outro custo financeiro. Sobre um lucro de R$40 mil, o impacto deixa de parecer pequeno. Depois ainda podem entrar:
Por isso, a pergunta certa vai além de “qual é a taxa?”. É “quanto essa taxa representa sobre o lucro que realmente fica no caixa?”.
A escala amplia o efeito. No episódio 154, André deu o exemplo de um negócio que processa R$1 milhão por mês e reduz o custo transacional de 8% para 3%: fica com R$50 mil a mais por mês, antes de considerar os outros custos envolvidos. É dinheiro para contratar, desenvolver produto, adquirir clientes ou reforçar o caixa.
Instabilidades, indisponibilidades e falsos positivos na aprovação também custam caro. Antes de o cliente chegar ao checkout, você já investiu em anúncios, conteúdo, influenciadores, equipe comercial e remarketing. Quando um pagamento legítimo é recusado, esse investimento se perde e o seu CAC (custo de aquisição de clientes) sobe, mesmo que a empresa de pagamentos não tenha prejuízo nenhum.
Por isso, a melhor solução nem sempre é a que tem a menor taxa nominal. Conversão, estabilidade, taxa de aprovação, disponibilidade e capacidade de recuperar vendas também fazem parte do custo real do pagamento.
Quando falamos em vender em plataformas digitais, a forma de cobrança e o modo de operar fazem toda a diferença no resultado do produtor. Existem dois modelos principais:
O modelo de comissão favorece mais a plataforma do que o produtor: quanto mais você vende, mais ela ganha. No SaaS, você paga um valor fixo pelo software e não entrega uma parte de cada venda à plataforma. O processamento você negocia direto com o seu gateway.
Uma marca para uma empresa é como a reputação para uma pessoa. Você conquista uma reputação ao tentar fazer bem as coisas difíceis.
— Jeff Bezos, fundador da Amazon
A Guru optou pelo caminho difícil: abrir mão da comissão para ser de fato parceira do produtor, e não sócia oculta do negócio.
No episódio 154, André partiu de uma operação hipotética que faturou R$1 milhão. Desse valor ainda saem plataforma, tráfego pago, equipe, coprodução, impostos, infraestrutura financeira, antecipação de recebíveis e outras despesas, e o número divulgado como faturamento pode ficar muito longe do lucro.
Faturamento mede vendas; lucro mede o que sobra depois de todos os custos para produzir essas vendas. O faturamento mostra escala, a margem mostra eficiência e o caixa mostra se as vendas viraram, de fato, capacidade financeira.
André reconhece que plataformas tudo-em-um fazem sentido no começo, quando evitar integrações e colocar o produto no ar rápido pesa mais. O problema é manter a mesma estrutura depois que o negócio cresce: o que serve para quem fatura R$5 ou R$10 mil por mês não é necessariamente eficiente para quem chegou a R$100 mil, R$500 mil ou mais.
À medida que o volume aumenta, vale refazer três perguntas:
O risco aumenta quando uma única plataforma controla, ao mesmo tempo, checkout, páginas, dados, pagamentos, clientes, saques e integrações essenciais: é o chamado vendor lock-in. Quanto maior a dependência, menor o seu poder de negociação. O teste é simples: se fosse preciso mudar de fornecedor amanhã, quanto do seu negócio continuaria funcionando?
Muitos produtores só percebem o peso das taxas quando comparam o faturamento bruto com o valor que realmente cai na conta.
Para facilitar a análise, a Guru desenvolveu uma calculadora gratuita que mostra, em poucos cliques, quanto você está perdendo para plataformas que cobram comissão sobre vendas.
Experimente: Calculadora de Taxas da Guru.
Se você vende numa plataforma de infoprodutos que retém uma porcentagem do seu faturamento, o valor que fica na mesa cresce junto com as vendas e se acumula a cada mês.
Um exemplo prático vem do episódio 154, em que André fez a conta para uma operação com R$500 mil de faturamento mensal: com uma plataforma que cobra 8%, o custo chega a R$40 mil por mês, ou R$480 mil por ano. Se uma nova estrutura reduzisse esse custo total para 3%, a diferença seria de R$25 mil por mês, ou R$300 mil por ano. Para a comparação ficar correta, inclua também mensalidades, equipe técnica, integração, suporte e taxas de adquirência da nova estrutura.
Para montar esse mapa dos seus custos:
Muitos infoprodutores, cansados das taxas sobre vendas, tentam como alternativa criar um checkout próprio.
À primeira vista, parece o caminho da liberdade. Na prática, pode ser um tiro no pé.
A Weburn, por exemplo, acreditava que desenvolver um checkout interno seria a chave para a autonomia. O resultado foi o oposto:
A solução veio ao migrar para a Digital Manager Guru, que centralizou a operação com checkout inteligente e transparência de custos, sem drenar os lucros do produtor. A equipe ficou livre para focar no crescimento.
Veja as opções que garantem uma parceria justa e estratégica para o seu negócio.
Os modelos de taxa proporcional geram distorções e dependência. Já a taxa fixa (SaaS) garante previsibilidade e justiça.
Esse é o caminho que mais preserva margem e oferece clareza sobre custos.
Muitas plataformas juntam numa única cobrança funções diferentes. André defende separá-las: de um lado, o software de gestão e vendas, responsável por checkout, automação, gestão de clientes e métricas; do outro, o processador ou adquirente, responsável pelo processamento financeiro da transação.
Assim, o software entra como uma mensalidade previsível, e o processamento é negociado direto com as instituições financeiras, de acordo com o seu volume. O objetivo é ter poder de escolha, sem complexidade desnecessária.
Trabalhar com mais de um processador de pagamento, a chamada multiadquirência, protege a operação de três formas:
Duas regras práticas completam a estratégia: crie as alternativas antes de precisar delas, porque migrar no meio de uma falha crítica aumenta o risco, e renegocie depois de crescer, porque mais volume vale mais para adquirentes e processadores. Para André, o poder de barganha só existe quando a empresa consegue de fato mudar o volume de parceiro. Saiba mais sobre como usar múltiplos processadores de pagamento.
Fugir das comissões não significa criar tudo sozinho. O caminho é escolher ferramentas que eliminem as taxas sobre vendas e liberem o empreendedor para focar no que importa: crescer e vender mais.
Quando uma empresa vende só por plataformas fechadas, nem sempre tem controle total sobre os dados, o relacionamento e as oportunidades geradas pela base de clientes. O cliente pode ter sido conquistado com o investimento do produtor, e a plataforma ainda assim usar essa relação para promover outros produtos.
Ser dono dessa relação permite construir comunicação, retenção e recompra sem depender de terceiros. É a mesma lógica de não construir a audiência em “terreno alugado”, aplicada aos pagamentos e à base de clientes.
Quanto maior o valor que um cliente gera ao longo do relacionamento (o LTV, ou lifetime value), menor fica o peso do custo de adquirir e converter esse cliente na primeira compra. Em vez de depender sempre de novas primeiras compras, trabalhe:
Isso vale especialmente para SaaS e modelos de receita recorrente: um CAC alto pode ser sustentável com boa retenção e LTV saudável, enquanto quem paga sempre para adquirir clientes que compram uma única vez fica mais exposto aos custos de tráfego e de processamento.
No episódio 154, André comparou essa intermediação a um pedágio: se foi você quem criou o produto, conquistou o cliente, assumiu o risco e fez a venda, qualquer porcentagem permanente cobrada sobre essa operação merece análise rigorosa. Empresas sofisticadas brigam por frações de ponto percentual, enquanto muitos negócios digitais entregam porcentagens bem maiores do faturamento bruto. Os exemplos do episódio:
A lição para o empresário digital não é criar uma bandeira de cartão própria. É entender o princípio: empresas financeiramente maduras eliminam custos evitáveis e conservam o máximo possível da margem que a própria operação gera.
Antes, cada venda vinha acompanhada de uma mordida da comissão.
O produtor não decidia como receber, não via os juros do parcelamento no próprio caixa e ainda ficava preso às ferramentas limitadas da plataforma, sem liberdade para construir a sua operação.
A Guru separou a gestão do processamento do dinheiro: o comprador paga pelos processadores que o próprio vendedor escolheu, e a plataforma fornece checkout, gestão e automações. Assim, a Guru não vira sócia percentual do seu faturamento, e você mantém a relação direta com os processadores e o controle sobre as condições que negociou.
Com a Guru, você tem:
Essa é a nova forma de fazer negócios digitais.
Faça parte dessa revolução!
Resumo:
Muitos empreendedores digitais ainda perdem margem com taxas ocultas e comissões sobre vendas. Para vender com mais lucro, o caminho é evitar comissões, usar um checkout sem comissão por venda (com o processamento negociado direto com o seu gateway), escolher modelos de cobrança mais justos, como a taxa fixa, não depender de um único processador e medir o custo de cada venda sobre a margem. Assim, é possível economizar, ganhar previsibilidade financeira e direcionar os recursos para o crescimento do negócio.

Recupere o que já é seu
0% de comissão de plataforma, liberdade para integrar e mais lucro líquido no bolso. O processamento você negocia direto com o seu gateway.
São comissões cobradas sobre cada venda, além de taxas fixas e juros de parcelamento.
Somando comissão, taxa fixa, juros do parcelamento, antecipação e taxas ocultas, o desconto pode levar uma fatia grande da receita bruta. Em casos reais, como o da HubMilhas, era preciso faturar quase R$1,5 milhão para sacar R$1 milhão.
Porque drenam verba que deveria ir para tráfego, equipe e reinvestimento. Além disso, reduzem a previsibilidade do negócio.
No modelo de comissão, quanto mais você vende, mais paga. No modelo SaaS, você paga uma mensalidade fixa pelo software, não entrega uma parte de cada venda à plataforma e ganha previsibilidade. O processamento você negocia direto com o seu gateway.
É o custo real da sua estrutura de pagamentos: a soma de comissões, taxas fixas, antecipação, parcelamento, saques, chargebacks, serviços adicionais e custos financeiros indiretos, dividida pelo volume processado. Compare esse número com a sua margem líquida, não só com o faturamento.
É trabalhar com mais de um processador ou adquirente ao mesmo tempo. Se um fornecedor falhar, os pagamentos seguem por outra rota, e ter alternativas reais aumenta o seu poder para negociar taxas, prazos e condições.
Na Guru, a comissão de plataforma sobre as vendas é 0% (o processamento você negocia direto com o seu gateway), e a plataforma de afiliados já está incluída, junto com o checkout de pagamento e a gestão de vendas. Mais do que uma taxa baixa, procure transparência no modelo de cobrança. Plataformas com taxas sobre vendas criam dependência e reduzem a autonomia do produtor e dos afiliados. Já os sistemas SaaS com taxa fixa tratam o empreendedor como cliente e permitem que cada parceiro cresça de forma justa e independente.
A Digital Manager Guru é especialista em checkout, vendas, eventos e métodos de pagamento, ajudando empresas a otimizar conversões e melhorar a experiência de compra com soluções eficientes e seguras.